É hora de fazer o planejamento tributário de sua empresa para 2020

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O último trimestre do ano é estratégico para as empresas, seja ela micro, pequena ou grande. É o momento de parar e começar a traçar as estratégias para o ano seguinte e pensar no planejamento tributário, a escolha da melhor tributação para empresa, visando redução de custos e ganho de produtividade e eficiência.

Para falar sobre a importância do planejamento tributário, o Programa Um a Um com Eduardo Santana, recebeu nesta semana professor de Contabilidade e diretor da Consulcamp – Auditoria e Assessoria, Marcos Francisco, que ajuda empresas nas áreas tributária, contábil e trabalhista. Veja as dicas que ele tem para você neste momento.

Eduardo Santana: Hoje uma das grandes dificuldades é com a questão do planejamento tributário. O que o pequeno e médio empresário precisa olhar nesta questão?

Marcos Francisco: Ele precisa olhar para a sua contabilidade. Buscar e identificar adequadamente, com lupa, seus custos, suas despesas e receitas, de tal forma a aplicar de forma inteligente um adequado planejamento tributário. Ou seja, de que forma pagar impostos dentro da legislação, diante das formas ou de opções tributárias existentes, como lucro presumido, lucro real e o Simples Nacional

Eduardo Santana: Ou seja, temos lucro presumido, lucro real e o Simples Nacional. A gente pode escolher qual é a forma que a gente deve ser tributado?

Marcos Francisco: Perfeito. Exceto para aquelas empresas que faturam acima de R$ 78 milhões. Elas são obrigadas a optar pelo Lucro Real, constituídas como sociedades anônimas, com capital aberto. Para as demais, abaixo de R$ 78 milhões, elas podem optar entre lucro real e lucro presumido. E aquelas em nível federal, que faturam até R$ 4 milhões, podem se adequar e optar pelo Simples Nacional. No caso do Estado de São Paulo,  o limite é de R$ 3,6 milhões.

Eduardo Santana: Quais os cuidados que as micro e pequenas empresas devem ter na questão da informação? Muitas vezes a gente tem dificuldade até em compor preço.

Marcos Francisco: Eles devem dar uma atenção especial na gestão da informação. Para ter uma adequada apuração dos seus resultados, eles precisam olhar os seus controles internos, se está tendo algum problema com seu custo de produção, com seu prazo de recebimento, seu prazo de pagamento. Enfim, fazer uma adequada análise financeira de suas contas.

Analisar, identificar a margem de rentabilidade produto a produto. Pode ser que tenha um produto deficiente, um produto com prejuízo, que comprometa a continuidade ou os resultados do negócio no futuro.

Eduardo Santana: Ou seja, pode ser que um determinado serviço ou produto você está tendo lucro, e este lucro está sendo comido por um outro produto ou serviço deficitário…

Marcos Francisco: Na medida em que eu identifico que produto está sendo deficitário, eu preciso parar e olhar o que está sendo feito com a formação  de preço do produto, ou se este produto está com algum problema no processo de produção. Identificar de tal forma a tomar a decisão mais racional possível no tempo correto.

Eduardo Santana: A mesma coisa acontece com o estoque. Muitas vezes ele permanece um tempo alto e o estoque custa.

Marcos Francisco: Estoque custa. É dinheiro. Se não der uma atenção a este giro de estoque, dentro dessa análise de balanço do estoque e não ter produtos que tenham lentidão ou produto que estejam esquentando banco ali no estoque. Estoque é dinheiro e precisa girar e fazer com que o negócio dê resultado.

Eduardo Santana: Estamos chegando no final do ano, uma época importante que os empresários precisam sentar com seus contadores para definir qual o regime tributário que ele vai optar para o ano que vem

Marcos Francisco: É muito importante. É vital para o negócio e a empresa pagar adequadamente seus impostos dentro da legislação. Ou seja: é agora, outubro, novembro e dezembro, que começam as simulações, analisando os orçamentos de 2020. Diante das opções de tributação, porque não ser presumido, porque não ser lucro real e porque ser Simples Nacional.

Precisa fazer contas. Porque ali envolve Imposto de Renda, Contribuição Social, PIS, COFINS.

E é nesse momento, sentando com seu contador, seu consultor, que você vai ter uma análise mais detalhada diante de seus resultados, para escolher a tributação. Isso vai depender do orçamento do ano seguinte e a possibilidade de a empresa pagar adequadamente os seus resultados e ter  economicidade.

Assista o podcast completo e mais dicas com o professor Marcos Francisco acessando a página eduardosantana.com.br.

Texto: Marcelo Oliveira – Assessoria de Imprensa do BNI Planalto Paulista

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