Polêmico, “Coringa” tem Joaquin Phoenix visceral

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Com uma atuação do protagonista digna de indicações a prêmios e considerado “o filme do ano” por muitos, “Coringa” chega recheado de polêmicas, controvérsias e até reflexões sobre a violência. O vilão mais icônico de Batman está de volta. E o hype e a expectativa criados desde os primeiros teasers e passando pelo Leão de Ouro recebido em Veneza, podem agora ser confirmados (ou não) nos cinemas.

Um ponto é quase unânime nas críticas: Joaquin Phoenix toma para si não somente o personagem conhecido, mas também o longa. E justamente a entrega dele no papel já é um atrativo forte para o público. Na trama, ele é Arthur Fleck, homem com problemas mentais que vive isolado e que trabalha como palhaço na caótica – e conhecida dos leitores e fãs de quadrinhos – Gotham City. Até que em uma das diversas vezes na qual é marginalizado, entra de vez para o mundo do crime. E para nunca mais sair!

É dessa ebulição social de uma cidade fictícia e de uma mente doentia que surgem algumas questões. Entre elas, dúvidas sobre a apologia e a glorificação da violência e que levaram as autoridades norte-americanas, como o FBI, a temer ataques inspirados no filme, já que casos assim são comuns nos Estados Unidos.

Mas seja lá qual for a motivação para conferir a obra, a certeza é que a parte mais humana de um dos principais rivais do homem morcego vale a ida à sala escolhida. E a dúvida que fica é: seria Joaquin Phoenix tão marcante quanto Heath Ledger, Jack Nicholson e o histórico Cesar Romero? Cada um deles vale a menção! E você pode confirmar por conta própria em todos os cinemas da cidade.

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