Santa Casa de Franca vai gerir AME em Campinas

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Foto: Divulgação

Em escolha feita em convocação pública na qual outras sete organizações sociais de saúde fizeram propostas, a Santa Casa de Misericórdia de Franca foi a escolhida para a gestão do Ambulatório Médico de Especialidades de Campinas.

Em despacho no Diário Oficial, a Pasta Estadual de Saúde informa que a fundação atendeu ao projeto assistencial encaminhado pelo Departamento Regional de Saúde VII, de Campinas, e que a proposta orçamentária é viável.

A previsão é que o serviço comece a funcionar no ano que vem em uma área no Parque Itália, ao lado do Hospital Mário Gatti. A obra é fruto da parceria entre o Estado, a Prefeitura e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID.

Dias antes da conclusão do processo de escolha da OSS, o prefeito da cidade, Jonas Donizette, do PSB, chegou a informar que havia a possibilidade de participação do Hospital Sírio Libanês. Mas a expectativa não se confirmou.

Na mesma ocasião, porém, Jonas detalhou como será a operação do ambulatório. Em conversa com o governador do estado, João Doria, do PSDB, afirma que ficou acordado que o aporte para o funcionamento será estadual.

“Eu levei uma planilha de custos para o governador e mostrei o quanto eu já tava investindo na saúde. Não tem ajuda de outras esferas de governo. Aí o governador foi sensível e disse que a AME ele vai custear”, relatou o prefeito.

O investimento na construção é de R$ 37 milhões e a previsão inicial de entrega era para março deste ano. A estrutura do prédio terá 31 consultórios médicos, dois odontológicos, centro cirúrgico com seis salas e 20 salas de exames.

Entre os participantes da convocação pública para a gestão da unidade, além da Santa Casa de Franca, chama atenção a participação do Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, o Cejam, envolvido em uma polêmica recente.

No final de 2018, a entidade foi contratada para prestar serviços à Rede Mário Gatti de Saúde sem necessidade de licitação e recebeu R$ 1,6 milhão por seis meses para que garantisse o atendimento no Hospital Municipal Ouro Verde.

O contrato foi alvo de questionamento porque o presidente da Sanasa, Arly de Lara Romeo, aparecia como presidente da entidade no cadastro de empresas da Receita Federal, o que configuraria crime de improbidade administrativa.

Em junho deste ano, no entanto, o inquérito foi arquivado pelo Ministério Público. De acordo com o promotor Angelo Santos de Carvalhaes, ficou constatado que não houve irregularidade na contratação emergencial da OS.

No entendimento do MP, o presidente da Sanasa não fazia mais parte da diretoria da OS desde setembro de 2018. Na época da abertura da apuração, a Prefeitura de Campinas disse que ele não teve participação na contratação.

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