Paulínia não tem prazo para entregar ponte da Rhodia

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Foto: Flávio Botelho

A ponte da Estrada da Rhodia, no limite entre Campinas e Paulínia, está praticamente pronta, mas continua interditada. No local, manilhas e tapumes impedem o de tráfego de veículos. Além disso, cerca de 300 metros de pavimento ainda não foram concluídos. O acesso de um lado para o outro pode ser feito somente de bicicleta, a pé, ou de moto, como faz todos os dias o analista Carlos Rodrigues, que mora em Paulínia e trabalha em Campinas.

Interditada desde 2014, após apresentar problemas estruturais, a antiga ponte sobre o Ribeirão Anhumas, na Rodovia Doutor Roberto Moreira, que liga Paulínia ao Distrito de Barão Geraldo, teve de ser demolida em 2018. A construção da nova ponte, com 60 metros e duas pistas foi assumida pela Prefeitura de Paulínia com custo estimado em R$ 6 milhões. A promessa era entregar a ponte em novembro deste ano.

O empresário Renato Costa, mora no Distrito de Barão Geraldo e, para chegar até sua empresa, que fica do outro lado da ponte, tem que percorrer cerca de 10 km pela Rodovia Zeferino Vaz e mais 5 km voltando para Campinas pela Estrada da Rhodia. Ele explicou que sempre se dirige ao local na esperança de encontrar o tráfego na ponte liberado.

Em nota, a Prefeitura de Paulínia informou que a obra da nova ponte da Estrada da Rhodia, que ligará Paulínia a Campinas pelo Distrito de Barão Geraldo, se encontra em fase final de conclusão. Porém, não informa um prazo definido para a liberação. A nota informa que a mitigação ambiental necessária para a Cetesb emitir a licença de operação da via está em processo de licitação, assim como a instalação do guarda-corpo. A prefeitura ressalta que está empenhada em cumprir com todas as exigências para que a ponte possa ser liberada para uso o mais rápido possível.

Para finalizar, a nota emitida pela Prefeitura de Paulínia esclarece que o local não está liberado para uso. Além disso, afirma que nenhum motorista, motociclista, pedestre ou ciclista deve trafegar pelo local. No entanto, não há nenhum informativo. E o trefego a pé, de bicicleta, ou de moto continua sendo feito por pessoas que precisam atravessar de um lado para o outro.

 

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