Cratera segue sem solução mesmo após demolição

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Foto: Danilo Braga

Quatro anos e meio depois, a indefinição para cobrir uma cratera aberta no meio da Rua Colônia de Minas continua. A via já é conhecida pelos moradores do Jardim Aerocontinental, em Campinas, pela série de riscos que oferece. Luciene Pereira teme que o buraco seja foco de proliferação de animais peçonhentos, como escorpiões e cobras, e do surgimento de criadouros do mosquito aedes aegypti, mas também cita a possibilidade de acidentes de carro.

“Porque ali não tem sinalização. Todo mundo que passa ali já está acostumado e sabe que tem buraco, mas alguém desavisado pode sofrer acidente. O cavalete foi engolido pelo buraco. Então, é um risco pra nós e para as crianças”, diz.

A abertura no asfalto surgiu logo após o rompimento de uma galeria, no fim de 2015. Desde então, a cratera não acumulou só água da chuva, entulho e mato, mas também incerteza devido a um impasse judicial que parece não ter fim. A reportagem esteve três vezes no local, entre 2016 e 2017. Em todas, recebeu da Prefeitura a explicação de que nada poderia ser feito porque uma casa cedida nos anos 80 para ser a associação do bairro foi ocupada de maneira irregular.

A alegação era de que o imóvel precisava ser desocupado para que a obra fosse feita. E isso finalmente aconteceu em meados de 2019, quando a construção foi demolida e o terreno ficou vazio. Só que nada foi feito e Luciene fica irritada. “São quatro crianças. Eu tenho dois filhos e dois sobrinhos. Andando com eles, é preciso segurar na mão e passar pelo meio da rua por causa da água suja. E a gente não sabe se calçada está oca e pode cair. Até hoje, nada foi feito”, reclama.

A Administração Municipal foi novamente procurada e enviou nota prometendo que a Secretaria de Serviços Públicos iniciaria nesta sexta-feira, dia 14, a limpeza no local e no buraco, com aplicação de material para cobrir o espaço. O texto alega ainda que uma obra definitiva “incluindo intervenções na rede de galerias pluviais, não pode ser feita no momento porque ainda existe pendência judicial na área”. Porém, não detalhou os trâmites e os prazos do processo.

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