Coronavírus muda cenário de ruas e supermercados

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Foto: Danilo Braga

Com a recomendação para o isolamento e o confinamento das pessoas em casa para evitar aglomerações e assim reduzir a possibilidade de contágio pelo coronavírus, a ruas e avenidas de Campinas estão com movimentação muito abaixo do normal. Ao percorrer a cidade em pleno dia útil, em horário comercial, a sensação é de estar num domingo, no fim de tarde. Os ônibus do transporte público estão rodando quase vazios e o comércio está praticamente todo fechado por causa do decreto de quarentena.

Apenas mercados, padarias, farmácias e alguns restaurantes mantêm o atendimento. É possível observar que a maioria das pessoas que está na rua é por algum tipo de real necessidade e a reportagem flagrou apenas um ponto de aglomeração. Na porta da agência do Bradesco, na esquina das Avenidas Francisco Glicério e  Moraes Salles, um grupo de pessoas aguardava e abertura da agência, mesmo com a recomendação das entidades que representam os bancários para que as pessoas só procurem atendimento presencial no casso de extrema necessidade.

Com as academias fechadas, deu para notar a procura por praças públicas e o Centro de Convivência no Cambuí para caminhadas e utilização de equipamentos de ginástica, inclusive idosos. Nesses locais foi observada a presença do Guarda Municipal. Nos supermercados, houve mudança nas operações. Os carrinhos e cestos de compras estão sendo higienizados a todo momento por funcionários equipados com luvas e máscaras e não estão sendo permitidas aglomerações.

Em alguns casos, o número de clientes dentro do estabelecimento está sendo limitado.  No caso do Pão de Açúcar do Centro de Convivência, por exemplo, estão sendo permitidas 70 pessoas circulando ao mesmo tempo no interior. No Carrefour Bairro não existe essa determinação, mas adesivos foram colocados no piso com a orientação: “Para sua segurança, mantenha a distância de um metro”. Já, no Extra Abolição, por ser um hipermercado muito espaçoso, a aglomeração não tem ocorrido de forma natural, já que houve redução na circulação de consumidores. Nos três supermercados foi constatada uma presença representativa de idosos fazendo compras. Alguns utilizavam luvas e máscaras.

Por fim, nos Centros de Saúde a recomendação para que só sejam procuradas em caso de real necessidade para que se evite o contato com o coronavírus tem sido cumprida. Na UBS do Jardim Aurélia, por exemplo, a reportagem constatou uma concentração de  pacientes bem abaixo do normal dentro da unidade, com grande movimentação apenas para a campanha de vacinação contra a gripe, que está ocorrendo ao ar livre, numa estrutura montada do lado de fora, com funcionários orientando os pacientes a manterem distância uns dos outros na fila.

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