Estudo aponta as áreas mais vulneráveis ao coronavírus em Campinas

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Foto: Flávio Botelho

A Fundação FEAC divulgou um estudo com o diagnóstico territorial e mapeamento das populações mais vulneráveis ao Coronavírus, em Campinas. O estudo aponta também as principais as áreas de risco na cidade.

De acordo com o Superintendente Socioeducativo da Fundação, Leandro Pinheiro, o estudo foi feito para ajudar a identificar as ares que precisam de maior atenção para evitar a transmissão comunitária da Covid-19. A Feac, segundo ele, já faz um trabalho continuo de monitoramento das condições socieconômicas dos bolsões de vulnerabilidade social de Campinas e já tinha uma série de dados, que foram revistados, com um olhar sobre o novo vírus. Foram utilizados também os dados do CENSO 2010 e suas variáveis. O estudo contempla três diferentes perspectivas de agravamento a disseminação do novo coronavírus no município de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde, a OMS.

O Superintendente Socioeducativo da Fundação FEAC, faz questão frisar que de os dados não representam necessariamente que essas regiões serão as mais criticas, pois, tudo vai depender do comportamento da própria população com as medidas de afastamento social e higiene.

Entre às áreas com maior proporção de grupos de risco e problemas sanitários apontados na pesquisa, estão o Jardim Florence, Jardim Rossim, região em torno da Fazenda Santa Genebra e nos distritos de Sousas e Joaquim Egídio. Já as áreas Central, Jardim Londres e Garcia aparecem com maior taxa de grupo de risco e densidade demográfica.

Os dados do estudo  com o diagnóstico territorial e mapeamento das populações mais vulneráveis ao Coronavírus, em Campinas, já foram compartilhados com o poder público e estão disponíveis no site da fundação: https://www.feac.org.br/portfolio-items/mapeamento-das-populacoes-mais-vulneraveis-ao-covid-19/?portfolioCats=3100

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