Caminhoneiros têm saga por refeição e cobram vacina

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Os supermercados estão abastecidos, não falta combustível nos postos e os medicamentos, com exceção de álcool gel e máscaras cirúrgicas, estão disponíveis nas farmácias. Para que todos esses produtos cheguem aos locais de venda, o transporte de mercadorias não pode parar durante a quarentena. A rotina dos motoristas de caminhão teve que mudar, já que muitas atividades pararam e a categoria segue trabalhando normalmente por ser um serviço essencial.

Uma das maiores dificuldades tem sido a alimentação, mesmo depois de o Governo do Estado de São Paulo ter anunciado a distribuição de 140 mil kits de comida nas rodovias paulistas. O caminhoneiro Alexandre Silva, que trabalha no trecho entre Araras e a Baixada Santista, conta que muitos restaurantes e até os banheiros seguem fechados.

Fernando de Assis Pereira, proprietário de carreta que roda por todo o país, também critica o fechamento dos restaurantes em postos de beira de estrada.

A solidariedade tem ajudado os motoristas em tempos de quarentena. Segundo Marcos Fernando Silva, que carrega combustíveis por todo o Estado de São Paulo, os pontos de parada das concessionárias, empresas de transporte e algumas pessoas cedem alimentos e produtos de higiene pessoal.

Mas a segurança para a saúde dos motoristas ainda deixa a desejar, na opinião dos profissionais. Ainda não existe vacina para o novo coronavírus, mas Fernando Pereira afirma que a imunização contra outros tipos de gripe não é disponibilizada para os caminhoneiros, que frequentemente têm contato com outras pessoas.

Ao final da viagem, o contato com familiares exige cuidados especiais. Marcos Fernando segue regras ao chegar em casa para evitar qualquer possibilidade de contágio à esposa e aos filhos.

A distribuição dos 140 mil kits de alimentação acontece em 43 pontos de 19 rodovias de São Paulo. O Governo do Estado disponibilizou as informações sobre locais com refeição no site abastecimentoseguro.sp.gov.br.

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