Campinas tem alta com sete mortes pelo vírus

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A Prefeitura de Campinas atualizou os números da covid-19 na cidade nesta sexta-feira (22), e anunciou a criação de novos leitos de UTI na rede pública municipal. Foram confirmadas mais sete mortes, a maior alta diária na cidade desde o início da pandemia. Campinas passa a totalizar 51 óbitos em decorrência da covid-19. O número de casos confirmados subiu para 1.133, com 61 novas confirmações. 328 casos estão em investigação, 41 a mais que na quinta-feira (21).

Todos os sete pacientes que tiveram covid-19 como a causa confirmada da morte no boletim desta sexta-feira tinham doenças pré-existentes. Foram seis mortes na rede pública de saúde, e uma em hospital particular. A

s mortes na rede pública foram as seguintes: Uma mulher de 85 anos que morreu em 16 de maio; um homem de 41 anos, falecido em 19 de maio; uma mulher com 103 anos, que morreu em 19 de maio; um homem de 83 anos, outro de 71 anos, e uma mulher de 74 anos, sem datas de falecimento informadas pela prefeitura. A morte registrada na rede particular é a de uma mulher de 73 anos, que faleceu em 21 de maio.

Os dados positivos são: o aumento no número de pessoas recuperadas, que passa a 857, com 74 pessoas a mais; o crescimento de casos descartados, que subiu em 376, passando para o total de 2.234 exames negativos. Houve ainda queda de 15 pessoas no número de internados com covid-19, agora são 73 pacientes; e o número de pessoas em isolamento domiciliar também caiu, de 157 para 152 (-5).

Os dados foram informados em uma transmissão ao vivo via internet realizada pela prefeitura, da qual participou o presidente da Rede Mário Gatti, Dr. Marcos Pimenta. Ele anunciou a conversão de 30 leitos de enfermaria para leitos de UTI no Hospital Mário Gatti. Segundo Pimenta, os leitos serão completos, incluem respiradores, e contam com equipamentos que a prefeitura já dispunha. “Nós temos uma reserva técnica, nós recuperamos todos os respiradores, são leitos completos, totalmente preparados para fazer a recepção dos pacientes”.

Para que os leitos funcionem será necessária a contratação de 42 médicos. Caso elas ocorram nos próximos dias, a expectativa é que os leitos convertidos passem a funcionar até o final da semana que vem. “A dificuldade é o processo de contratação desses 42 profissionais, e esperamos que já pro final da semana que vem a gente comece com os primeiros leitos adicionais, os 15 já estão acontecendo no (hospital) Ouro Verde”, explica.

Os 15 leitos de UTI do Hospital Ouro Verde citados por Marcos Pimenta são leitos que eram de UTI pediátrica e foram convertidos em UTI adulto, e já estão em funcionamento. “Todo ano temos um período de sazonalidade das doenças respiratórias pediátricas, e graças ao isolamento das crianças, pois elas se contamina geralmente na escola, estamos conseguindo transformar as UTIs pediátricas em UTI adulto, e os casos necessários levaremos à UTI pediátrica do Hospital Mário Gatti”.

Os médicos interessados em trabalhar nos novos leitos de UTI do Mário Gatti podem se inscrever pelo site da Rede Mário Gatti, o hmmg.sp.gov.br. Segundo Pimenta, a remuneração média será de R$ 4,5 mil, com uma carga horária de 12 horas semanais.

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