Cármino evita opinar sobre liberação da cloroquina

Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

O uso da cloroquina e da hidroxicloroquina para o tratamento da covid-19, inclusive de casos mais leves, foi autorizado pelo Ministério da Saúde, através de um protocolo que libera o medicamento para o SUS. Até então, o medicamento era previsto apenas para casos graves da doença. A mudança atende um desejo do presidente Jair Bolsonaro.

O secretário de Saúde de Campinas, Cármino de Souza, não se posiciona nem a favor nem contra o protocolo. Ele explica que tem como base a ciência e não há comprovação científica de que a cloroquina é capaz de curar a covid-19. Além disso, ressalta que os estudos internacionais não encontraram eficácia no remédio e a Sociedade Brasileira de Infectologia não recomenda o uso.

A mesma opinião recai sobre os demais medicamentos apontados para o tratamento. Entre eles, um vermífugo que ainda está em estudos e a heparina, que já tem a comprovação para o tratamento de complicações tromboembólicas que podem ser provocadas pela doença.

A cloroquina não está disponível para a população em geral, pois o protocolo que libera o medicamento mantém a necessidade de o paciente autorizar o uso da medicação e de o médico decidir sobre a aplicar ou não o remédio. Para o secretário, diante do fato não, há como contestar.

O texto do novo protocolo do Ministério da Saúde sobre o uso da cloroquina apresenta o termo de consentimento, que deve ser assinado pelo paciente. O documento, ressalta que “não existe garantia de resultados positivos” e que “não há estudos demonstrando benefícios clínicos”.

O documento afirma ainda que o paciente deve saber que a cloroquina pode causar efeitos colaterais que podem levar à “disfunção grave de órgãos, ao prolongamento da internação, à incapacidade temporária ou permanente, e até ao óbito”. No novo protocolo, não aparece assinatura de nenhuma autoridade.

A explicação do Governo Federal é que “por ser uma publicação com orientações de várias áreas do Ministério da Saúde, assim como outros documentos, não há necessidade de assinatura”.

Compartilhe!
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

COVID-19

Casos de coronavírus em Campinas
0
DESCARTADOS
0
INVESTIGADOS
0
CONFIRMADOS
0
MORTES
Play Video

Ao vivo

Mais recentes

Colunas

Fale com a gente!

WhatsApp CBN

Participe enviando sua mensagem para a CBN Campinas

Siga-nos

Veja também