Campinas tem uma morte e 3,5 mil casos de dengue

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Mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus, o campineiro tem que redobrar a atenção à outra doença: a dengue. Em Campinas, de janeiro a junho, foram registrados 3565 casos da doença. Um homem de 73 anos morreu em abril. Ele era hipertenso e diabético e teria tido início de sintomas em 31 março, sendo atendido em hospital municipal de Jaguariúna por escolha da família em 4 de abril. Dois dias depois, ele foi transferido para um hospital particular em Campinas, onde faleceu em 14 de abril.

Em janeiro, foram contabilizados 248 casos; em fevereiro 656; em março 1.045; em abril, 867; em maio, 568; e, até 25 de junho, 181 casos de dengue

A região com maior volume de casos é a Noroeste (|Florence, Itajaí e Ipaussurama), com 978 confirmações. Em seguida aparecem a região Sudoeste (Campos Elíseos, Dics e Aeroporto), com 949; a Norte (Barão Geraldo, Eulina e Jd. Aurélia), com 883; a Leste (Sousas, Taquaral, Centro e São Quirino), com 451; e a Sul (Oziel, Vila Ipê, São Bernardo e São Domingos), com 304 casos. 

 Em 2019, Campinas registrou a terceira maior epidemia da história encerrando o ano com 26.310 casos confirmados de dengue e cinco mortes provocadas pela doença.

A pior epidemia registrada por Campinas ocorreu em 2015, com 65.634 casos confirmados da doença e 22 mortes. Um ano antes, a cidade contabilizou 42.109 pessoas infectadas pelo vírus e 10 pessoas morreram de dengue.

 

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