Por demanda, Campinas terceiriza atendimento na saúde

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Foto: Danilo Braga

O aumento acelerado de casos de covid-19 em Campinas e a limitação na quantidade de profissionais de saúde no quadro de servidores municipais está fazendo a prefeitura terceirizar parte dos profissionais para evitar uma sobrecarga ainda maior naqueles que já trabalham há meses na linha de frente no combate à pandemia.

Entre os dias 16 e 19 de junho, o número de casos de pessoas testadas positivas para o novo coronavírus saltou de 4392 para 5228, quase mil casos nesse período. A administração tem comprado leitos da rede particular e tomado outras medidas para conseguir atender a alta demanda.

No Hospital Ouro Verde, alas estão sendo readequadas para a abertura de outras 24 acomodações, sendo 10 de UTI e 14 de enfermaria.

Na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Carlos Lourenço, os 28 leitos abertos na quinta-feira já foram ocupados em menos de seis horas. Agora, devem ser abertos mais 30. Para isso, segundo o presidente da Rede Mário Gatti, Marcos Pimenta, o espaço da recepção deverá ser usado, já que a unidade foi fechada para receber, exclusivamente, pacientes com a covid-19.

No caso dos 28 leitos já ocupados na UPA Carlos Lourenço, os atendimentos são realizados por servidores. Já para esses 54 novos leitos, a prefeitura vai contratar uma empresa para prestar os serviços assistenciais, conforme comentou Pimenta.

Ele também explicou que, no caso do hospital de campanha, instalado da Sede dos Patrulheiros, devem ser abertos mais 30 leitos de enfermaria nos próximos dias. Lá, desde o começo, uma empresa contratada faz a operação integral mas sob a gestão da Rede Mário Gatti.

Além dos leitos já citados, a Santa Casa deve abrir mais 23 sendo 10 de UTI e 13 de retaguarda. Com relação ao Hospital Metropolitano, um entrave jurídico impede a prefeitura de utilizar mais 43 leitos, sendo 15 de UTI e 28 de retaguarda.

Sob gestão do Estado, o AME (Ambulatório Médico de Especialidades) deve abrir mais 10 leitos de UTI nos próximos dias.

Por decreto, o prefeito Jonas Donizette (PSB) também proibiu, por prazo indeterminado, que hospitais particulares realizem cirurgias eletivas. O objetivo é garantir a disponibilidade de vagas na rede privada.

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