Os ritos de despedida quando ocorre a morte de um ente querido estão entre os costumes que tiveram que ser renunciados por causa da pandemia. Além da dor emocional que ocorre nesta situação, o isolamento social impõe regras que dificultam a despedida e o aconchego dos familiares.
Em Campinas, o Presidente da Setec, Orlando Marotta Filho, relata rigor nos protocolos de segurança em velórios e sepultamentos e na segurança dos coveiros. O cumprimento dos protocolos e a recomendação para que se evite aglomerações são fiscalizados por agentes com utilização de EPIs.
Quando a morte é de uma vítima do coronavírus, os protocolos são ainda mais rígidos porque a vítima de covid-19 deve ser identificada como agente biológico, classe de risco 3, numa escala de quatro níveis, definidos pelo Ministério da Saúde.
Para atender às normas de biossegurança, o Ministério da Saúde publicou normas para manejo de corpos no contexto da covid-19, que entre as recomendações, pede para que se evite velórios e funerais de pacientes confirmados ou suspeitos da doença.