Covid-19 mata mais que a violência urbana no estado

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O número de homicídios dolosos no primeiro trimestre do ano, na região do Deiter-2, foi maior que o registrado no mesmo período do ano passado. Porém, durante a quarentena, o indicador foi reduzindo. Durante a crise de saúde pública, aumentaram os números de feminicídios.

Nos três primeiros meses do ano foram contabilizados 73 homicídios dolosos na região de Campinas e no ano passado 65. Já em abril e maio deste ano foram 36 casos contra 51 em 2019. Os dados comparativos entre as mortes provocadas pela violência urbana e a covid-19 foram analisados pelo Instituto Sou da Paz e baseados nos números oficiais divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e do Infosiga.

Segundo o pesquisador do Instituto Sou da Paz, Rafael Rocha, no período após  o início da quarentena até maio, os homicídios dolosos na região registraram queda de 6%. Já no casos dos feminicídios, os números mais que dobraram nos cinco primeiros de 2020 no Estado na comparação feita com o ano passado. Segundo o pesquisador do Instituto, a analise comparativa entre as mortes violentas neste ano e a covid-19, mostra que o vírus matou sete vezes mais até o final do mês de maio.

Apesar da pandemia, a violência na região de Campinas continua, porém  com índices menores. No caso de roubos de veículos, por exemplo, o numero só foi maior em fevereiro. Neste ano ano foram 283 casos e 273, em 2019. Em maio, já no auge da pandemia, foram 188 ocorrências contra 322 no ano passado. Houve queda também nos casos de estupros, mas os números continuam altos. Em maio do ano passado foram 1014 casos e neste ano 644.

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