Empresas criam campanha para boicote ao Facebook

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A campanha mundial criada por empresas que decidiram retirar anúncios do Facebook para que a plataforma adote uma política clara e eficaz para combater discurso de ódio fez a empresa despencar nas bolsas de valores. O movimento “Pare de Dar Lucro ao Ódio”, que pede que as empresas deixem de anunciar na rede social em julho, foi abraçado por 160 grandes companhias. Entre elas, gigantes como a Unilever, Coca Cola e Pepsi.

Só para se ter uma ideia, no dia 26 de junho a desvalorização chegou a 8,31%, nos negócios da bolsa eletrônica americana Nasdaq. Com isso, o valor de mercado da empresa desabou em um único dia cerca de US$ 7 bilhões. Desde o dia 22 de junho até o dia 26, o valor de mercado da companhia já havia caído US$ 74,6 bilhões.

De acordo com o professor de MBA e marketing da PUC Campinas, Juan Eiras Fontenla, a mídia social é um dos meios de comunicação mais relevantes da atualidade e o consumidor é a principal ferramenta de marketing das empresas. Para ele, aliar a marca a quem divulga o culto ao ódio não é um bom negócio.

Além disso, diz que o maior impacto ao Facebook não será tanto em faturamento, pois as 100 maiores empresas anunciantes representam apenas 5% do montante. O grande problema está na imagem corporativa da marca, aparentemente o que já está sendo trabalhado. E como exemplo ele cita as medidas  adotadas para as eleições presidenciais dos Estados Unidos.

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