Ação contra tráfico apreende helicópteros na região

Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Arquivo

A Dise (Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes) de Americana investiga a ramificação de uma quadrilha especializada em tráfico internacional de entorpecentes e que tinha como rota, o interior paulista. 

As investigações, que tiveram início há cerca de quatro meses, resultaram na apreensão de dois helicópteros suspeitos de serem usados para o tráfico, na última segunda-feira. Dois homens, de 22 e 34 anos, estão sendo investigados.  

As duas aeronaves foram apreendidas em Piracicaba e Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo. Em Piracicaba, de acordo com informações do piloto, ele retornava de um voo na fronteira do Paraguai quando foi interceptado pela polícia. Uma perícia foi realizada na aeronave e vestígios de cocaína foram encontrados no banco traseiro da cabine. Também na aeronave, foram apreendidos documentos e um telefone via satélite. 

Com o piloto foram encontrados R$ 5 mil, que seria parte do valor do serviço de busca e entrega. Questionado, ele disse que foi contratado para levar dinheiro do Mato Grosso do Sul para o interior de São Paulo. Ainda segundo a polícia, a aeronave fez um pouso em uma fazenda antes de chegar em Piracicaba. O helicóptero, avaliado em cerca de R$ 3 milhões, foi levado para o Aeroporto de Americana.

Na segunda apreensão, os policiais monitoraram o voo desde as proximidades do aeroporto de Piracicaba até a cidade da grande São Paulo. A polícia acompanhou o voo até um hangar particular. Neste caso, o piloto conseguiu fugir. O helicóptero também foi periciado e nele foram encontrados carregadores de celulares via satélite e uma uma caixa cujo destinatário era o piloto preso mais cedo em Piracicaba, o que, segundo a polícia, pode provar a ligação entre as duas aeronaves.  O helicóptero foi levado ao hangar da Polícia Civil, no Campo de Marte, na zona norte de São Paulo.

De acordo com os policiais civis, a suspeita é que a quadrilha fazia o carregamento das drogas no Paraguai, próximo da cidade de Pedro Juan Caballero, e então retornavam para o Brasil, abastecendo as ramificações da organização criminosa em Piracicaba e Carapicuíba.

Compartilhe!
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

COVID-19

Casos de coronavírus em Campinas
0
DESCARTADOS
0
CONFIRMADOS
0
INVESTIGADOS
0
MORTES
Play Video

Ao vivo

Mais recentes

Colunas

Fale com a gente!

WhatsApp CBN

Participe enviando sua mensagem para a CBN Campinas

Siga-nos

Veja também