Desde outubro de 2019, a gestão e restauração do estádio da Mogiana, o Cerecamp, no bairro Guanabara, em Campinas, segue indefinida. O projeto de lei na Assembleia Legislativa que previa a privatização do complexo esportivo foi apresentado, mas após um pedido da Comissão de Representação da Câmara Municipal de Campinas, o processo foi paralisado.
Enquanto não há definição, o local segue sem uso. Depois do congelamento da votação entre os deputados estaduais, o Cerecamp entrou em processo de tombamento pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas, o Condepacc, que limita o que pode ser feito no estádio, como uma demolição, por exemplo, para outra edificação.
A Prefeitura de Campinas pretende administrar o complexo, mas para isso, pede que o Governo do Estado faça os reparos necessários na construção, inaugurada em 1940. Como a intenção da gestão estadual é cortar custos com a venda do estádio, segue o impasse.
O terreno do Centro Recreativo e Esportivo de Campinas Doutor Horácio Antônio da Costa tem 26,5 mil metros quadrados e a área construída têm 6,8 mil metros quadrados. Na década de 2000, o extinto Campinas Futebol Clube mandava jogos no estádio. Depois disso, o local passou a ser utilizado para partidas de futebol amador.
Durante a pandemia da covid-19, as atividades coletivas para não-profissionais estão proibidas e o estádio da Mogiana está fechado ao público.