Vendas de veículos dão sinais de recuperação

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O setor automotivo registrou em agosto os melhores números desde o início da pandemia, o que comprova que a crise mais aguda ficou delimitada ao segundo trimestre. Na comparação com julho, a produção de veículos se destacou, com crescimento de 23,6%, de acordo com levantamento divulgado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. Os licenciamentos cresceram 5,1%, enquanto as exportações caíram 3,4%. O reflexo disso pode ser percebido nas revendedoras.

Em Campinas, a situação não é diferente e as concessionárias observam um patamar de bons negócios já há algumas semanas. O gerente geral da Europamotors, Marcos Dell Ducas, afirma que a retomada das vendas passa pela classificação da região de Campinas na fase amarela do Plano São Paulo. Ele explica que deste modo, o atendimento presencial facilitou a geração de bons negócios. “Nós sentimos sim os sinais de recuperação nas vendas desde meados de agosto, com a autorização da extensão do horário de atendimento presencial pela fase amarela do Plano SP. Isso nos deu mais flexibilidade de atendimento, principalmente daqueles atendimentos com horário previamente marcado”, afirma.

A opinião é semelhante a da gerente da Honda Dharuj, Cristiane Melo, que vê o mercado de carros novos se reaquecendo. Porém, ela afirma que durante a pandemia, o mercado de seminovos se manteve ativo. “Realmente esse balanço da Anfavea está correto. O setor teve uma retomada sim em agosto. Eu acho importante a gente dividir o segmento de mercado em dois: carros seminovos e novos. Os seminovos, desde a pandemia, se manteve aquecido. Já o setor de novos, sofre também com a produção pelas montadoras”, explica. Já Eduardo Barea, supervisor de marketing da Azul, teve uma percepção mais otimista do período. Segundo ele, houve uma pequena retração apenas em março, com recuperação das vendas nos meses seguintes.“De março para cá, só março, no início da pandemia, deu uma balançada. Mas não podemos reclamar não. O mercado vem crescendo e agora nesta fase (do Plano SP) , cresceu muito mais”, disse.

Mesmo com o otimismo do mercado atual, a Anfavea registrou dados preocupantes em 2020. No acumulado dos primeiros oito meses, a comparação com 2019 é desfavorável. Os licenciamentos recuaram 35%, as exportações encolheram 41,3% e a produção reduziu 44,8%, repetindo volumes similares aos de quase vinte anos atrás.

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