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RMC pode ter segunda onda de covid-19

De acordo com nota técnica recém divulgada pelo Observatório PUC-Campinas, a Região Metropolitana de Campinas manteve a manutenção da tendência de desaceleração da pandemia do novo coronavírus na durante a

RMC pode ter segunda onda de covid-19
Foto: Reprodução

De acordo com nota técnica recém divulgada pelo Observatório PUC-Campinas, a Região Metropolitana de Campinas manteve a manutenção da tendência de desaceleração da pandemia do novo coronavírus na durante a 43ª Semana Epidemiológica.

No período analisado entre os dias 18 e 24 de Outubro, os dados indicaram decréscimo de -12,79% no numero de casos e -29,5%, nos óbitos por covid-19 no Departamento Regional de Saúde de Campinas. Na RMC os índices ficaram negativos em -16% e -14% respectivamente.

O comportamento foi semelhante em diversos municípios, mas Campinas apresentou taxas crescentes, pois, houve alta de 2,8% nas infecções e 11,1% nas mortes. Diante da situação, a doença não está controlada e a possibilidade de uma segunda onda de infecções como vem sendo registrada em países da Europa não está descartada. É o que afirma o infectologista, André Giglio Bueno.

Apesar de não existir nenhum indicio de uma segunda onda na região, o infectologista afirma que o relaxamento com as medidas de prevenção tanto individual quanto coletivo podem elevar os números de casos e mortes. Porém, ele acredita que em uma provável segunda onda da doença não irá causar um número tão alto de óbitos, pois, a exemplo do que vem ocorrendo em países da Europa a maior parcela da população infectada é composta por jovens.

A segunda onda de infecções do novo coronavírus levou vários países a decretar estado de alerta, pois, o número diário de óbitos vem aumentando em países como Espanha, França, Bélgica e Inglaterra.

Para o infectologista, André Giglio Bueno, isso é a prova de que de que as medidas de prevenção comprovadamente eficazes para reduzir a circulação da covid-19, devem continuar sendo seguidas. Entre as medidas evitar aglomerações, rigor máximo com o distanciamento físico, uso adequado de máscaras e cuidados com higienização de mãos e superfícies.

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