Oito anos após morte de adolescente, Hopi Hari vai reativar torre

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O parque temático Hopi Hari, em Vinhedo, anunciou que vai reativar sua torre de queda livre, oito anos após o acidente que matou uma adolescente de 14 anos. O equipamento será reformado e ganhará um novo nome. A expectativa da direção do parque é de que a atração esteja disponível para o público no segundo semestre do ano que vem.

Em nota, o Hopi Hari informou que a decisão se baseou em diferentes critérios, desde um estudo realizado com visitantes do parque até viabilidades técnica e econômica. Segundo a nota, houve aprovação junto a todos os órgãos legais competentes. A torre tem 69,5 metros de altura. Na queda livre, o brinquedo atinge uma velocidade de 94 km/h.

O acidente aconteceu em fevereiro de 2012, quando Gabriela Nischimura, que tinha 14 anos, morreu após se soltar da cadeira e cair no chão. Após o acidente o Hopi Hari enfrentou uma enorme crise que levou à troca no comando, com um novo grupo assumindo a administração em meio à um processo de recuperação judicial. Em 2017 a Justiça chegou a condenar três funcionários do parque pela morte da estudante. De acordo com o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, os réus receberam a sentença de 2 anos e 8 meses de prisão no processo por homicídio culposo, mas o juiz reverteu a pena para prestação de serviços à uma comunidade e pagamento de um salário mínimo para uma entidade social. Os outros quatro réus são ex-diretores e o ex-presidente do parque.

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