RMC perdeu 390 mil turistas em 2020

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A região, que possuiu uma rede hoteleira extensa e preparada para abrigar desde grandes eventos até pequenas reuniões, sentiu na pele os reflexos da quarentena. A expectativa para o ano passado era a realização de 10 mil eventos empresarias, mas a maioria acabou sendo cancelada por causa das restrições. Isso resultou na perda de 05 mil postos de trabalho no setor.
Foto: Henrique Bueno

A pandemia trouxe um forte baque para o turismo de negócios da Região Metropolitana de Campinas, segundo informações da secretaria de estado do setor. Pelo menos 390 mil pessoas deixaram de vir para a RMC em 2020. A região, que possuiu uma rede hoteleira extensa e preparada para abrigar desde grandes eventos até pequenas reuniões, sentiu na pele os reflexos da quarentena. A expectativa para o ano passado era a realização de 10 mil eventos empresarias, mas a maioria acabou sendo cancelada por causa das restrições. Isso resultou na perda de 05 mil postos de trabalho no setor.

O começo de 2021 também será complicado, na visão dos representantes da rede hoteleira regional. Mas a boa notícia é que já é possível ver um horizonte melhor, com a proximidade do início da vacinação. Para o vice-presidente do Campinas Convention Bureau, Rodrigo Porto, a tendência é de uma retomada mais forte do setor apenas no segundo semestre. “Nossa expectativa é de que, pelo menos neste primeiro trimestre continue na mesma toada do ano passado. Numa visão mais otimista, acho que a partir de abril começa a dar uma melhorada e no segundo semestre dá uma deslanchada”, acredita.

Com o cancelamento dos eventos físicos, os encontros online foram adotados por diversas empresas durante o ano passado. Para o Rodrigo Porto, o uso da tecnologia será tendência para os eventos de pequeno porte, o que exigirá uma adaptação do setor para a nova realidade. “Eu acho que a tendência vai ser um mix, parte presencial, parte em home office. Principalmente o pessoal do administrativo, que consegue ficar mais um pouco em casa. Mas o pessoal tradicional, que fica na rua e que está vendo a operação acontecer, tem que estar presente nas empresas. Só que por um outro lado, eu acho que os eventos grandes não vão ser substituídos pelo Zoom. Houve muita dificuldade, várias empresas relatando a má experiência  com eventos acima de 20, 30 pessoas. Porque os participantes não prestavam atenção, muita gente participava do chat, o pessoal deixava o microfone aberto. Então não fica uma coisa bacana”, detalhou.

Ainda de acordo com os dados apresentados pela secretaria de turismo, a rede hoteleira de Campinas, a projeção para antes da pandemia era de uma ocupação mínima ao longo do ano de 52%. Porém, o índice se manteve em 19% e a queda nas receitas chegou a 30%.

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