Campanhas reduzem violência no trânsito

Foto: Valéria Hein

A nova lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro depende também de campanhas educativas mais efetivas, na análise de José Alberto Fernandes da Silva Filho, cirurgião geral e do trauma pela Unicamp e Médico do resgate da Rota das Bandeiras e CCR AutoBan. Para ajudar a garantir a redução da violência no trânsito, ele defende mais campanhas como a do Maio Amarelo e de ação na prevenção  primária.

As alteração no código entraram em vigor no dia 12 deste mês, com novos prazos de renovação da CNH, número de pontos que podem gerar a suspensão de dirigir e punição para quem causar uma morte ao conduzir o veículo após ter ingerido bebida alcoólica ou ter usado drogas.

Os exames de aptidão física e mental serão a cada dez anos para motoristas com menos de 50 anos; cinco anos para motoristas a partir de  50 anos e inferior a 70 e três anos para motoristas com 70 anos ou mais. José Aberto destaca ainda as mudanças que contribuem para a segurança de ciclistas e crianças.

Anteriormente,  o motorista que atingia 20 pontos durante o período de 12 meses tinha a carteira suspensa. Agora, a suspensão será de forma escalonada. José Alberto lembra que apesar das atenções estarem neste momento de pandemia menos voltadas aos acidentes de trânsito, eles continuam acontecendo. As novas regras ainda proíbem que condutores condenados por homicídio culposo ou lesão corporal sob efeito de álcool ou outro psicoativo tenham pena de prisão convertida em alternativas.

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