CPI da Covid quebra sigilo de empresário de Campinas

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A CPI da Covid aprovou a quebra de sigilo telefônico e de mensagens do empresário de Campinas, Carlos Wizard, que teria atuado como conselheiro informal do Governo Federal durante a pandemia. Com isso, os senadores querem verificar se houve algum erro ou irregularidade por parte do executivo federal na condução das ações para controle da pandemia no Brasil. Além do empresário, a CPI também aprovou a quebra dos sigilos dos ex-ministros Eduardo Pazuello, da saúde, e Ernesto Araújo, das relações institucionais.

Segundo a investigação, Carlos Wizard teria agido como um conselheiro de Pazuello, que ofereceu um cargo formal ao empresário no ministério da saúde. Convocado para depor na CPI da Covid, o empresário de Campinas ainda não respondeu às notificações da comissão. O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM) afirmou nesta quinta-feira que Wizard será convocado coercivamente para depor, caso ele não se manifeste até a próxima terça-feira. Wizard é defensor do chamado tratamento precoce e contrário ao lockdown e, segundo a CPI, poderia ter integrado o chamado gabinete paralelo, criado extraoficialmente para municiar o presidente Jair Bolsonaro com informações sobre a pandemia.

Outras 17 pessoas também tiveram os sigilos quebrados, como a secretária do ministério da saúde, Mayra Pinheiro, conhecida como a Capitã Cloroquina, o assessor especial da presidência, Felipe Martins, e a médica Nise Yamaguchi.

O empresário Carlos Wizard foi procurado para comentar as decisões da CPI envolvendo o seu nome, mas ele ainda não se manifestou.

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