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Abrasel quer horário de verão para ampliar consumo

Para os bares e restaurantes da região de Campinas o pedido pela volta do horário de verão no País é resultado de duas necessidades atuais: aumento do consumo e maior

Abrasel quer horário de verão para ampliar consumo
Foto: Arquivo/CBN Campinas

Para os bares e restaurantes da região de Campinas o pedido pela volta do horário de verão no País é resultado de duas necessidades atuais: aumento do consumo e maior economia de energia.

Uma carta com a solicitação foi enviada ao presidente Jair Bolsonaro e é assinada por várias entidades empresariais. Entre elas, está a Abrasel, que representa os estabelecimentos deste tipo.

Segundo o presidente regional da associação, Matheus Mason, os empresários querem estar de portas abertas principalmente em períodos nos quais os clientes estejam fora do trabalho.

Para ele, o horário de verão amplifica o consumo, já que a luz do sol mantém as pessoas fora de casa. Como exemplo, cita os happy hours logo após o expediente em grandes cidades e capitais.

“A gente tem uma necessidade de estar aberto na hora que o público está fora do trabalho. E nós temos uma estatística que o consumo no happy hour no horário de verão é muito maior”, defende.

Mason também explica que a demanda apresentada ao Governo Federal aposta na recuperação mais rápida das atividades, que ainda sofrem com os efeitos das medidas mais restritivas da pandemia.

Por fim, não nega que a justificativa da economia de energia, principal motivo para a adoção do horário de verão em outros anos no País, também seja um dos argumentos usados pelo setor.

“Traz essa questão de economia de energia sim, porque esse foi o primeiro motivo para adoção. Só que acabou em desuso. Mas ainda que não traga tanto benefício assim, ajuda”, reconhece Matheus.

O horário de verão foi suspenso no início do governo Bolsonaro, que alegou que a medida não tinha razão de ser aplicada diante das mudanças no padrão de consumo de energia e avanço tecnológico.

Além da Abrasel, o pedido de revisão da suspensão conta com o envolvimento de entidades do Paraná, a Feturismo, da Bahia, a FeTur-BA, de Santa Catarina, a Fhoresc, e São Paulo, a Fhoresp.

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