Região tem operação contra fraudes em contratos

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Três suspeitos da região de Campinas foram alvos de duas operações simultâneas da Polícia Federal deflagradas na manhã desta quarta-feira: as Operações Florença e Covil-19. As duas se referem ao combate da corrupção e desvio de recursos públicos em Guarulhos, na Grande São Paulo, no contexto do combate à pandemia.
Foto: Divulgação/Polícia Federal

Três suspeitos da região de Campinas foram alvos de duas operações simultâneas da Polícia Federal deflagradas na manhã desta quarta-feira: as Operações Florença e Covil-19. As duas se referem ao combate da corrupção e desvio de recursos públicos em Guarulhos, na Grande São Paulo, no contexto do combate à pandemia. Dos 23 mandados expedidos pela Justiça de Guarulhos, três são em endereços de Artur Nogueira, Campinas e Monte Mor. Eles estão relacionados à Operação Florença, que investiga fraudes na compra de máscaras pela Prefeitura de Guarulhos, com utilização de recursos federais.

De acordo com o delegado da Polícia Federal, Fabrício Alonso, a Operação Florença é um desdobramento da Operação Veneza do começo de 2021, responsável pela apuração de irregularidades em contratos firmados em 2020. “Já houve a primeira fase no começo do ano, e agora com a descoberta de novos elementos, e possível descobrir novos partícipes das condutas que estão sendo investigadas desse o começo do ano”.

Esta operação envolveu ainda mais dois estados: Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, com mandados cumpridos nas cidades de Teófilo Otoni em Três Lagoas. Em São Paulo, além da Região Metropolitana de Campinas, foram cumpridos mandados em Guarulhos, São Caetano do Sul e na Capital.

Já, as investigações da operação Covil-19 começaram após identificação pelo Tribunal de Contas da União de suspeitas de irregularidades na contratação, com dispensa de licitação, de prestadores de serviços para o hospital de campanha, instalado em Guarulhos em março do ano passado, como montagem da estrutura, fornecimento de serviços médicos, alimentação, locação de equipamentos, unidades móveis e transporte, dentre outros.

O delegado explicou que o material apreendido será analisado para ajudar nas investigações “As investigações continuam, o material será analisado, com aprofundamento da apuração, após análise do material apreendido”. O valor dessas contratações é de mais de R$ 53 milhões. De acordo com a PF, grande parte do valor do contrato foi repassada para uma microempresa sediada em Minas Gerais, que não teria condições econômicas para arcar com o contratado.

Os crimes apurados nas duas operações são de fraudes em licitação, associação criminosa, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. Os mandados foram cumpridos em residências, empresas e órgãos públicos. O motivo das operações terem sido deflagradas de forma simultânea são os suspeitos em comum na duas. Entre os suspeitos estão empresários e ex-servidores. A PF descarta o envolvimento do prefeito de Guarulhos.

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