Rede Mário Gatti faz adaptação para conter superlotação na pediatria

Foto: Valéria Hein

A suspensão dos atendimentos pediátricos no Hospital de Clínicas da Unicamp pode ter consequências para os hospitais municipais de Campinas, especialmente da rede Mário Gatti.

A ocupação dos leitos infantis já está alta na rede municipal por causa do vírus sincicial, que atinge mais crianças no período de outono devido às condições climáticas. O presidente da Rede Mário Gatti, Sérgio Bisogni, admite lotação também nas unidades administradas pelo município, mas garante que têm sido feitas adaptações para suprir a necessidade de leitos. “Estamos com a casa cheia, enfermaria lotada, mas dando conta. Todos estão sendo atendidos e temos reserva”, afirma.

Um hospital especializado em atendimentos pediátricos, o Mário Gattinho, está em implantação e ainda não tem prazo para entrar em funcionamento. O presidente da Rede Mário Gatti garante que a área de pediatria atualmente disponível no hospital está pronta para receber as crianças. “O atendimento no 4º andar vai continuar até que o Mário Gattinho funcione. Estamos com noive leitos no pronto-socorro que supre até que as crianças possam subir”, explica.

Segundo Sérgio Bisogni, o aumento da demanda pediátrica nesta época do ano não é novidade e só foi interrompido pela pandemia da covid-19 nos últimos dois anos. O presidente da Rede Mário Gatti afirma que não é possível prever se haverá colapso ou não na rede municipal com as restrições no hospital estadual, mas que novos remanejamentos devem ser feitos de acordo com a demanda, porém no mesmo espaço físico, que já está esgotado.

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