A primeira sessão da Câmara de Vereadores de Campinas após o recesso de julho e com o novo sistema informático de gestão das atividades legislativas teve mais aprovação de homenagens que discussões de projetos para a cidade.
O único projeto que foi votado, e aprovado, é o que muda a vinculação do Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano da secretaria de Gabinete para a secretaria de Planejamento e Urbanismo, que, na prática, só muda a atribuição, sem alterar a estruturação interna.
O projeto que prevê a fixação do salário do diretor-presidente da Rede Mário Gatti em R$ 27.336,68 foi retirado de pauta.
E a segunda votação do projeto de lei que cria o Programa de Capacitação Profissional e Empreendedorismo também foi tirado de pauta.
Em compensação, as três homenagens previstas foram votadas e, sem surpresas, aprovadas.
O próximo encontro é nesta quarta-feira, onde devem ser discutidos mais três projetos de lei e três homenagens.
Na sessão de amanhã, um dos projetos é a proibição da obrigatoriedade do uso de máscaras por crianças menores de 12 anos em Campinas – sendo que não há obrigatoriedade nesse sentido nem nas escolas. Votação em turno único.
O outro é sobre mudanças na lei que cria o cargo de agente comunitário de saúde de Campinas. O assunto já foi discutido anteriormente, e vai para aprovação final ou não.
Finalmente, também é levada à segunda discussão o projeto que prevê assistência para reinserção na sociedade de pessoas que tem sequelas após acidentes com queimaduras.
A sessão começa às 18h.