Foi retirado da pauta da sessão desta quarta-feira da Câmara de Vereadores de Campinas o projeto que prevê que os motoboys devem usar uma réplica da placa da motocicleta na mochila de entrega e os dados também impressos no capacete.
O projeto era um entre doze propostas que estavam para ser votadas, após o cancelamento da sessão de segunda-feira, por falta de quórum.
Dessa vez com a presença de 28 vereadores dos 32 possíveis – lembrando que Zé Carlos segue afastado até esta sexta-feira, os vereadores aprovaram a retirada de dois artigos da lei que regulamenta a distribuição de alimentos por pessoas e entidades civis para moradores em situação de rua.
Um deles determinava um cadastro prévio para atuação apenas em pontos específicos determinados pela prefeitura.
O outro era a fiscalização desse cadastro, que poderia terminar com multa e apreensão dos itens. A proposta ainda precisa passar pela segunda discussão.
Seguem para sanção do prefeito Dário Saadi (Republicanos) quatro projetos que foram aprovados no segundo turno de votação do Legislativo.
Um é o que obriga a disponibilização dos nomes completos dos médicos que atuam nas unidades municipais, horários de plantão, responsáveis pela unidade no momento, e endereço e telefone dos centros de saúde
O outro reconhece a música country como manifestação cultural popular
O terceiro determina que os estabelecimentos comerciais que não aceitam cheques ou cartões de crédito ou débito a informar, em local visível, placas que informem a decisão.
E o último que propõe criar em Campinas o ‘Programa Municipal de Prevenção contra a Prática de Atentados Violentos nas Dependências das Escolas’, que pretende promover a capacitação de professores, funcionários e agentes de segurança pública e privada para que possam identificar possíveis ameaças e ataques violentos contra as escolas.
Além do projeto dos motoboys, outra pauta que foi retirada de discussão foi a que obriga os empreendimentos imobiliários de Campinas a reservar espaços para pontos de recarga de veículos elétricos.