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Defesa de Zé Carlos classifica como “maldoso” twitte de vereadora da CPI

A defesa do presidente afastado da Câmara de Vereadores de Campinas, Zé Carlos (PSB), classificou como “equivocada e maldosa” a publicação da vereadora Paolla Miguel (PT) em um twitter publicado

Defesa de Zé Carlos classifica como “maldoso” twitte de vereadora da CPI
Foto: Arquivo/ Divulgação/Paulo Gaspar

A defesa do presidente afastado da Câmara de Vereadores de Campinas, Zé Carlos (PSB), classificou como “equivocada e maldosa” a publicação da vereadora Paolla Miguel (PT) em um twitter publicado na última segunda-feira.

Ela integra a CPI da propina, que apura o caso de corrupção passiva por parte de Zé Carlos, caso esse denunciado pelo Ministério Público, e que conta, inclusive, com áudios entregues ao MP.

No post da vereadora, na segunda-feira (17) ela escreveu:

A publicação foi feita pouco depois dos sete integrantes da CPI da Câmara de Campinas se reunirem, a portas fechadas, com os promotores do Ministério Público que investigam o caso. O encontro teve como objetivo buscar documentos e mais informações para a apuração interna da Comissão Parlamentar de Inquérito.

Questionado sobre o teor da publicação, o advogado de defesa de Zé Carlos, Ralph Tórtima Filho informou o seguinte: “A defesa desconhece qualquer prova nesse sentido e a manifestação pública da vereadora representa ato de menor responsabilidade e respeito para com o vereador, inclusive podendo ser passível de responsabilização civil e criminal.”

O presidente da CPI, Paulo Gaspar (Novo) classificou como um ato isolado de um membro da CPI, sem respaldo e aprovação dos demais membros. Completou dizendo que a comissão ainda não teve acesso aos documentos do MP.

A vereadora Paolla Miguel (PT) também foi procurada e disse em nota que na última segunda -feira, dia 17, junto com os demais membros da CPI sobre propina na Câmara de Campinas, esteve no MP para solicitar a integralidade dos materiais nos quais estão baseadas as denúncias (relativas à corrupção passiva).  Na conversa com os procuradores, ela reafirmou que foi mencionada a existência de indícios de exploração sexual.

Procurado, o Ministério Público informou por meio da assessoria que no encontro de segunda-feira, foi tratado apenas da investigação em curso, relativa aos supostos benefícios financeiros ao presidente do legislativo.

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