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CPI da Propina apura edital que alugou equipamento da Costa Norte

Depois de ficar ‘na mesma’ com relação às investigações sobre a suposta cobrança de dinheiro em 2014 na licitação da TV Câmara, a CPI da Propina volta a 2022 nesta

CPI da Propina apura edital que alugou equipamento da Costa Norte
Foto: Celina Silveira

Depois de ficar ‘na mesma’ com relação às investigações sobre a suposta cobrança de dinheiro em 2014 na licitação da TV Câmara, a CPI da Propina volta a 2022 nesta quarta-feira. 

É que atrásra começam as apurações sobre as contratações feitas durante a gestão do ex-presidente Zé Carlos (PSB). O alvo, especificamente, é a contratação de um equipamento de transmissão alugado para a TV.

O objetivo da CPI é entender a parte técnica do processo e porque do aluguel por quatro anos do equipamento, que é responsável pelo corte de imagens durante as transmissões ao vivo. 

Segundo o presidente da comissão, Paulo Gaspar, as gravações e informações que foram coletadas até o momento apontam que Zé Carlos dizia que queria unir todos os contratos relativos a equipamentos usados pela TV em uma outra licitação, que deveria acontecer em até dois anos. 

Às 13h, estão previstos depoimentos do servidor da Câmara Roni Alvarenga, que atuava como Diretor de Tecnologia de Informação e Telecomunicação e foi um dos responsáveis pelo estudo técnico preliminar que indicou o aluguel do equipamento.

Ele também foi responsável pela análise de um novo modelo de licitação para a TV, solicitado pelo então presidente do Legislativo, no qual o futuro prestador de serviços traria equipamentos próprios para a execução do trabalho.

Também será ouvido, às 15h, o pregoeiro responsável pelo procedimento da licitação do equipamento, o servidor Paulo Rabelo, que deverá explicar à comissão os procedimentos que foram executados e prazos.

Os depoimentos acontecem no Teatro Bento Quirino.

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