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Gestores precisam informar onde há risco de queda de árvores, afirma pesquisador

A morte de uma menina de sete anos após a queda de um eucalipto no Parque Portugal fez ressurgir a discussão sobre a necessidade de substituir árvores exóticas por espécies

Gestores precisam informar onde há risco de queda de árvores, afirma pesquisador
Foto: Celina Silveira

A morte de uma menina de sete anos após a queda de um eucalipto no Parque Portugal fez ressurgir a discussão sobre a necessidade de substituir árvores exóticas por espécies nativas nos parques públicos de Campinas. 

O pesquisador da Embrapa Ivan André Alvarez refuta o argumento de que a legislação ambiental impede a substituição das árvores e ressalta que espécies nativas cumprem um serviço ecossistêmico.

O pesquisador Ivan Alvarez alerta que as previsões apontam que chuvas intensas vão atingir a metrópole até março, por isso os gestores municipais precisam aumentar as equipes nas ruas e informar as áreas de risco à população.

De acordo com informações da assessoria da Prefeitura de Campinas, em apenas uma semana de janeiro mais de 200 árvores caíram na metrópole. A administração municipal argumenta que as quedas de árvores estão ocorrendo por causa do acúmulo de água no solo. Em três semanas de janeiro choveu 500 milímetros na metrópole. A média para o mês é de 270 milímetros. 

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