Uma semana após a morte do empresário Cristiano Viana, de 45 anos, asfixiado em um escritório de advocacia na Rua Pedro Álvares Cabral, no Bosque, em Campinas, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa ainda não tem suspeitos do caso.
O delegado Rui Pegolo disse à CBN Campinas que se trata de um “caso difícil e muito complexo”.
Três pessoas foram ouvidas após o crime, na sexta-feira passada.
Uma semana depois, segundo o delegado, também prestaram depoimentos um ex-sócio do empresário e familiares. Só que, até atrásra, não há nenhuma linha mais provável para o crime.
Segundo a Polícia Militar, a dupla chegou de moto e parou em frente ao imóvel.
Eles aproveitaram quando as duas funcionárias entraram e invadiram o escritório.
Em seguida, mandaram elas entrarem em um dos cômodos e também fizeram ameaças.
Segundo as testemunhas, a dupla solicitou um pagamento por meio de PIX.
A princípio, a informação era de que seria um latrocínio (roubo seguido de morte).
Porém, o capitão da PM Pereira Júnior afirmou, em entrevista à CBN Campinas, no dia do crime, que os criminosos vieram com alvo certo.
O sócio de Viana disse que ele andava armado porque sofria ameaças, mas que, no dia do crime, estava sem o revólver que utilizava.
O tio e advogado da família disse ao g1 Campinas que Cristiano não era atirador, mas tinha porte de arma.
O empresário era casado e pai de um filho adolescente.
O corpo foi sepultado no Cemitério das Palmeiras, em Paulínia.