Um laudo encomendado pela Comissão de Arborização da Câmara de Campinas identificou que a quantidade de árvores que precisam ser removidas do Bosque dos Jequitibás é menor do que o apontado pela prefeitura.
O Departamento de Parques e Jardins informou que eram 108 árvores que deveriam ser removidas por risco de queda; mas, o laudo pedido pela Câmara aponta que são 75 com real necessidade de remoção.
A diferença está entre as espécies vivas presentes no Bosque. O chamado contralaudo aponta que 33 das 80 árvores vivas condenadas pela prefeitura podem ser mantidas, desde que algumas medidas sejam tomadas, como a colocação de suportes, placas de educação ambiental, e avaliações feitas a cada três anos ou no momento em que se perceber alguma alteração inesperada.
Outra medida é o fechamento da “trilha da figueira”, que liga a Grande Figueira na entrada do Bosque até o Museu de História Natural, e realizar a restauração desta área com o plantio de mudas de árvores nativas;
Por outro lado, os dois estudos concordam que 28 árvores mortas precisam ser removidas.
A Secretaria de Serviços Públicos disse que não teve acesso ao novo documento e que o laudo do DPJ é assinado por engenheiros agrônomos, biólogos e engenheiro florestal.