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Aeroportos Brasil prevê solução para Viracopos em até dois meses

A concessionária administradora do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, espera até setembro por um desfecho junto ao Tribunal de Contas da União para seguir no comando do terminal aéreo

Aeroportos Brasil prevê solução para Viracopos em até dois meses
Foto: Arquivo/CBN Campinas

A concessionária administradora do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, espera até setembro por um desfecho junto ao Tribunal de Contas da União para seguir no comando do terminal aéreo e avalia esta possibilidade de “solução amigável” com otimismo.

A Aeroportos Brasil recorreu ao processo de relicitação como alternativa à crise financeira, em março de 2022, mas o processo ficou “travado” no TCU a partir do momento em que o ministro relator do caso, Vital do Rêgo, pediu um cálculo de indenização à Agência Nacional de Aviação Civil.

Neste impasse, a concessionária reuniu argumentos para mostrar que a continuidade é mais vantajosa para a operação do aeroporto.

Apenas a vontade da concessionária, porém, é insuficiente porque a decisão para a medida não ser levada adiante deve ser de iniciativa do governo federal. O assunto já é discutido internamente pelo ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França.

O TCU voltou a interromper o andamento do processo por um mês, a partir de 5 de julho, após pedido de vista do ministro Walton Alencar Rodrigues.

O relator apresentou voto durante sessão plenária em que mencionou 14 condições para que a concessionária siga à frente de Viracopos.

Essa manifestação, segundo a concessionária, foi recebida “com grande otimismo”, embora o momento seja de aguardar pelos votos dos outros ministros do tribunal.

O edital do novo leilão seria votado no Tribunal de Contas da União no dia 1º de fevereiro, mas foi novamente retirado da pauta.

De acordo com os estudos de viabilidade, o novo contrato para administração de Viracopos, se houver novo leilão, vai ter duração de 30 anos, valor total de R$ 13,4 bilhões, construção de segunda pista e o fim das necessidades de desapropriações de áreas para que o complexo aeroportuário seja expandido.

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