Dois meses após a morte de Renata Cristina da Silva, de 47 anos, a Polícia Civil ainda aguarda informações para concluir o caso.
Segundo a Secretária de Segurança Pública, a investigação ocorre por inquérito policial instaurado no 11º DP de Campinas. Ainda segundo a nota, diligências continuam para esclarecer os fatos. Os laudos solicitados ao Instituto Médico Legal (IML) estão em elaboração e, assim que finalizados, serão analisados pela autoridade policial.
Renata trabalhava no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Campinas. E atuava no atendimento de aposentados, pensionistas e servidores de uma esmalteria conveniada ao local.
A mulher saiu de casa, no bairro Vila Padre Manoel da Nóbrega, no dia 21 de maio, e não foi mais vista.
A servidora foi encontrada morta 3 dias depois, no dia 24, no Córrego Piçarrão, próximo à Pedreira do Garcia, em Campinas.
A localização do corpo aconteceu através de buscas de cães farejadores da Guarda Municipal pela região.
Dois boletins de ocorrência do desaparecimento foram registrados, sendo um da família e o outro do Sindicato.
Renata deixou três filhos.