Transtorno do Espectro Autista: distúrbio caracterizado pela alteração das funções do neurodesenvolvimento, refletindo na capacidade de comunicação, linguagem, interação social e comportamento. A informação é do Ministério da Saúde.
A suspeita inicial é feita, normalmente, ainda na infância. Mas e quando o diagnóstico chega à família?
Regiane Denise de Paula sabe muito bem. Ela é mãe do Miguel de 7 anos e da Maria Cecília de 4. Os dois são diagnosticados com autismo.
O primeiro susto veio em meados de 2018. Miguel estacionou o seu desenvolvimento com 1 ano de idade.
A escola foi fundamental na hora de apontar para a família as características do autismo.
Regiane conta ainda que procurou se informar muito sobre o transtorno. Logo depois, iniciou a busca por médicos e especialistas. Então, Miguel teve o diagnóstico fechado aos 3 anos e meio de idade.
Durante este tempo, a família cresceu. Regiane engravidou e nasceu Maria Cecília. Ainda bebê, a menina também apresentou sinais de autismo. Maria Cecília teve o diagnóstico aos 2 anos, idade anterior a do irmão.
Segundo o professor de psicologia, Hiure Gomes, quanto antes os pais começarem a investigar os sinais, melhor será para o desenvolvimento da criança.
E a mãe Regiane, complementa que, para isso, a informação é fundamental.