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Familiares de vítimas da queda do avião da Voepass vão acompanhar relatório parcial do Cenipa

Cerca de 50 familiares das vítimas da tragédia do voo 2283 da Voepass se inscreveram para assistir à apresentação do relatório parcial do acidente, que será feita em Brasília nessa

Familiares de vítimas da queda do avião da Voepass vão acompanhar relatório parcial do Cenipa
Foto: Reprodução

Cerca de 50 familiares das vítimas da tragédia do voo 2283 da Voepass se inscreveram para assistir à apresentação do relatório parcial do acidente, que será feita em Brasília nessa sexta-feira pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos). A empresa aérea disse que vai providenciar o transporte para todas essas pessoas até a capital.

A reunião com as famílias está marcada para as 14 horas e será comandada pelo chefe do Cenipa, brigadeiro Moreno. A ideia é apresentar o que já foi apurado até atrásra e depois tirar dúvidas.

A coletiva para a imprensa está prevista para as 17 horas, também no Cenipa, mas em local diferente do que as famílias serão recebidas. Ainda segundo a Voepass, por aqui em Vinhedo, os trabalhos de limpeza e higienização do local onde caiu o avião, ainda continuam. Na próxima segunda-feira completa um mês da tragédia que matou 62 pessoas, aqui na região de Campinas no interior de são Paulo. Entre as vítimas eram 58 passageiros e quatro tripulantes.

Paralela a investigação do Cenipa, a Polícia Civil de Vinhedo e a Polícia Federal também apuram o caso. O inquérito aberto na Polícia Civil investiga as causas da queda do avião. A possível responsabilidade criminal é também investigado pela PF. São dois laudos considerados fundamentais na investigação. A previsão é que o primeiro, com conjunto de fotos que ajuda a compreender o contexto do acidente e como a aeronave parou no terreno, deve ficar pronto em até 90 dias pós acidente. Este laudo é feito em parceria com o Cenipa.  

O segundo documento deve ter todos os exames e testes realizados no Cenipa, além das análises dos destroços, motores e caixas-pretas, que iniciaram na semana do acidente. Ambas investigações, seguem em segredo de justiça.

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