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Campinas registra primeiros casos de dengue de 2026; 23 bairros estão em risco

Campinas confirmou os primeiros casos de dengue deste ano, segundo o painel de monitoramento do governo do Estado. Foram quatro registros positivos até atrásra, sem mortes. Em 2025, a cidade

Campinas
Foto: Pixabay

Campinas confirmou os primeiros casos de dengue deste ano, segundo o painel de monitoramento do governo do Estado. Foram quatro registros positivos até atrásra, sem mortes. Em 2025, a cidade teve 45.658 casos confirmados e 27 mortes, mas o balanço ainda não está fechado. Outros 1.317 casos seguem em investigação e 13 mortes aguardam laudo do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, para confirmar se foram causadas pela doença.

A Secretaria de Saúde divulgou nesta quinta-feira, 8 de janeiro, o segundo alerta sobre arboviroses de 2026. O documento apontou que 23 bairros estão com alto risco de transmissão de dengue. Por isso, as ações contra o mosquito Aedes aegypti, que também transmite zika e chikungunya, serão intensificadas.

As regiões com maior risco de dengue são

  • Leste: Vila Miguel Vicente Cury, Vila Costa e Silva, Parque Brasília.
  • Noroeste: Parque Floresta, Parque São Bento, Novo Mundo, Jardim Novo Maracanã.
  • Norte: Vila Itália, Vila Proost de Souza, Vila Teixeira, Vila Iapi, Jardim Magnólia, Jardim do Vovô, Parque Bandeirantes.
  • Sudoeste: Jardim Shangai, Recanto do Sol 1, Jardim Mercedes.
  • Sul: Jardim Monte Cristo, Parque Oziel, Jardim do Lago, Vila Pompéia, Cidade Jardim.
  • Suleste: Jardim São Gabriel, Jardim São Vicente, Vila Formosa, Jardim Bom Sucesso, Jardim Centenário, Fundação Casa Popular, Parque Industrial.

O alerta pede que moradores verifiquem criadouros dentro de casa e recebam os agentes que atuam nos bairros. A orientação vale para toda a cidade, incluindo áreas citadas em alertas anteriores.

A escolha dos locais considerou indicadores como número de casos, registros de transmissão, imóveis sem acesso, densidade populacional e necessidade de reforço nas visitas. Bairros menores próximos às áreas listadas também foram incluídos.

A Prefeitura reforçou que 80% dos criadouros estão dentro das residências. Para evitar a proliferação do mosquito, é preciso eliminar água parada em latas, pneus e outros objetos. Vasos de plantas devem ter a água trocada a cada dois dias e os pratinhos retirados ou lavados semanalmente. Caixas d’água precisam ser vedadas e vasos sanitários sem uso mantidos fechados.

Dúvidas sobre a identidade dos agentes podem ser esclarecidas pelo telefone 156, de segunda a sexta, ou pelo 199, da Defesa Civil, nos fins de semana e feriados.

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