O Corredor Dom Pedro de rodovias registrou em 2025 o menor número de acidentes desde o início da concessão, segundo a Rota das Bandeiras. Foram 1.346 ocorrências, contra 3.082 em 2010. O número de mortes caiu 15% em relação a 2024: foram 63 vítimas, 11 a menos que no ano anterior.
Depois de sete anos seguidos de alta, as mortes envolvendo motociclistas também diminuíram, passando de 36 para 30. A concessionária atribuiu a queda às campanhas de conscientização, como palestras, instalação gratuita de antenas corta-pipa e blitz educativas. Em Campinas, ações itinerantes mostraram motos de acidentes reais em locais de grande circulação.
Desde 2010, a Rota das Bandeiras investiu R$ 4,3 bilhões em melhorias. Entre as obras que ajudaram a reduzir acidentes estão duplicações de trechos das rodovias Engenheiro Constâncio Cintra, Professor Zeferino Vaz e Romildo Prado, além da construção de pistas marginais na D. Pedro I e remodelação de trevos.
A concessionária também instalou dispositivos de segurança, como terminais absorvedores de energia em guardrails, que diminuíram a gravidade dos acidentes. Em mais da metade das ocorrências, ninguém se feriu. Quando houve feridos leves, o índice chegou a 80%.
O tempo médio para chegada do resgate caiu para 6 minutos e 10 segundos, quase um minuto e meio a menos que em 2024. O contrato prevê atendimento em até dez minutos em 90% dos casos.
O Corredor Dom Pedro é formado por seis rodovias que ligam Campinas ao Vale do Paraíba e ao Circuito das Frutas, passando por 17 cidades da região.