Com esse tempo de chuva, é quase que obrigação lembrarmos que a água parada pode ser um potencial criadouro para o mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, zika e Chikungunya. Doenças que podem levar à morte.
E, para ajudar na campanha de conscientização, o Grupo EP inicia a 9ª edição da campanha Juntos Contra a Dengue, uma grande mobilização regional em todas as cidades das áreas de atuação, em São Paulo e Minas Gerais.
Com conceito e identidade visual renovado, a iniciativa evolui ao deixar de focar exclusivamente no mosquito e passar a destacar a doença como principal alerta à população. Afinal, temos que pensar no combate a um problema que impacta diretamente a saúde, o bem-estar e a economia local. Além de sobrecarregar os serviços de saúde, a dengue pode causar sequelas significativas e afastamentos prolongados, afetando a rotina das famílias e das cidades.
O gerente de relações institucionais em Campinas, Marcelo Ferri, explica como funciona a parceria do Grupo EP com as prefeituras.
Se você quiser mais informações é possível acessar o site juntoscontraadengue.com.br. Lá está a informação se a sua cidade aderiu à iniciativa, além de conferir datas, horários e locais das ações mais próximas. As mesmas informações estarão disponíveis por meio do WhatsApp da EPTV, o 19 98899-3788: ao informar o CEP, o usuário receberá orientações personalizadas de acordo com a localização. Essa, aliás, é uma das novidades este ano.
Um dos principais marcos da campanha será o Dia D, em 28 de fevereiro, quando as prefeituras de toda a região realizarão mutirões de fiscalização, recolhimento de materiais que possam acumular água, nebulização, passeatas e outras ações de mobilização comunitária.
Marcelo Ferri conta que a adesão já está grande em todas as regiões de São Paulo e Sul de Minas.
A preocupação com a dengue tem que ser constante porque os números não param de crescer. Campinas já registrou, segundo dados do portal de monitoramento do governo do Estado, 94 registros positivos este ano, e uma morte está em investigação. No ano passado, foram até atrásra 46.092 casos confirmados e 28 mortes, mas estes números ainda não são fechados, já que existem exames represados no Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Oito mortes, por exemplo, ainda são investigadas.