Especial: médico escolhe áreas específicas para se especializar; “quero cuidar das pessoas”

Foto: Divulgação

Vou falar uma palavra que tenho certeza que você vai sentir, mesmo que não tenha nada.

Dor.

Fala a verdade, não deu uma pontada na coluna, nas pernas, na cabeça, até na orelha, se bobear? Mas a dor pode ser algo relativamente pequeno, quando a gente fala de uma topada na mesa, ou pode ser o sinal de algo mais grave. Ok. Guardamos aqui esta informação.

Sabemos que a medicina é formada por milhares de especializações, milhares de técnicas e milhares de áreas. Uma delas é a neurologia. O cuidado com o cérebro tem recebido cada vez mais atenção de profissionais, mesmo aqueles já formados há algum tempo, quanto de novos profissionais. Ainda mais em um momento em que nós falamos sobre condições mentais adversas, que vão além da psiquiatra e psicologia.

Quem se sentiu atraído pela neurologia foi Marcelo Valadares. Hoje ele é neurocirurgião funcional e pesquisador da Disciplina de Neurocirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp. A possibilidade de melhorar significativamente a vida de um paciente é uma espécie de combustível para que ele siga adiante.

Lidar com a dor crônica é algo que vai além da dor em si. O preconceito e a falta de conhecimento são duas questões que acabam por chamar a atenção, e que, na avaliação do médico, precisam de um cuidado que vai além do que a medicina oferece.

Se você acha que focar em dor já é algo incomum, saiba que o doutor Marcelo tem uma especialização em estimulação cerebral profunda. Ele considera que é uma das áreas mais promissoras da neurociência. É um tratamento cirúrgico que pode ajudar a controlar alguns sintomas de distúrbio do movimento, usado para tratar pessoas com doença de Parkinson e tremor essencial em estágio avançado.

Marcelo também diz que a curiosidade é o que levou a querer entender mais sobre áreas tão complexas e sensíveis do nosso corpo. Para manter o próprio cérebro em dia, o médico investe em estudos, mas também em atividades que o distraem, às vezes totalmente fora da medicina.

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