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MPE vai orientar escolas para reduzir casos de jovens infratores encaminhados à Justiça

Serão 200 visitas e 15 encontros em regiões metropolitanas. Promotores não acreditam que registrar Boletins de Ocorrência sobre a violência nas instituições tem ajudado jovens a refletir sobre seus atos. Para o promotor de justiça, Antônio Carlos Ozório Nunes, valores antes ensinados por pais e igreja deixaram de ser repassados e agora cabe a escola esta responsabilidade. Para o promotor o poder público também não tem aparelhos para atender as medidas socioeducativas estabelecidas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

 

Os casos colocados como excessão seriam os de agressão física. Do restante, o Ministério Público Estadual, acredita em alternativas como a mediação de conflitos e debates em sala de aula. Para Antônio Carlos Ozório Nunes o papel somente pedagógico do professor já não é suficiente para a realidade das instituições.

 

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