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Alunos protestam por melhores condições em escola de Paulínia

Alunos da Escola Estadual Parque dos Servidores, em Paulínia, fizeram uma manifestação em frente à Prefeitura Municipal da cidade na manhã desta quinta-feira. Eles reclamam da falta de estrutura e

Alunos protestam por melhores condições em escola de Paulínia
Alunos da Escola Estadual Parque dos Servidores, em Paulínia, fizeram uma manifestação em frente à Prefeitura Municipal da cidade na manhã desta quinta-feira. Eles reclamam da falta de estrutura e afirmam que até animais peçonhentos já foram vistos nas dependências do colégio. O prédio, que atende cerca de 700 alunos dos ensinos fundamental e médio, […]

Alunos da Escola Estadual Parque dos Servidores, em Paulínia, fizeram uma manifestação em frente à Prefeitura Municipal da cidade na manhã desta quinta-feira. Eles reclamam da falta de estrutura e afirmam que até animais peçonhentos já foram vistos nas dependências do colégio. O prédio, que atende cerca de 700 alunos dos ensinos fundamental e médio, funciona embaixo da arquibancada do sambódromo. A estrutura foi interditada durante o carnaval.

Segundo o estudante do Ensino Médio Anderson Henrique, organizador do protesto, a escola funciona de improviso há pelo menos três anos. Ele relata que mesmo com a dedetização do prédio, os problemas com escorpiões se repetem devido às características do local. Antônio Castro, pai de um estudante do primeiro ano do Ensino Médio, também explica que muitos bebedouros estão quebrados. O protesto reuniu cerca de 100 alunos e foi acompanhado por uma viatura da Guarda Municipal. Não houve confusão ou tumulto.

Questionada, a Prefeitura de Paulínia informou por meio de nota “que aguarda uma resposta da Secretaria Estadual de Educação para resolver a situação dos alunos da Escola Estadual Parque dos Servidores”. A Pasta Estadual, por sua vez, alega que a construção do novo prédio já começou e a previsão é de que a obra, “que receberá investimentos de 5 milhões de reais, seja concluída neste ano”. Sobre o atual prédio, a Diretoria Regional de Ensino de Sumaré esclareceu que a unidade conta com verbas e equipe disponíveis para reparos e que “não recebeu qualquer comunicado do Corpo de Bombeiros ou da Defesa Civil”. Por fim, o comunicado afirma que “a escola passou por dedetização em janeiro” e o procedimento será repetido em abril.

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