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Servidores da Unicamp fazem paralisação contra ‘supersalários’

Servidores técnico-administrativos da Universidade Estadual de Campinas paralisam as atividades nesta quinta-feira para exigir transparência nas contas e cobrar o fim dos supersalários e das duplas matrículas que ultrapassam o

Servidores da Unicamp fazem paralisação contra ‘supersalários’
Servidores técnico-administrativos da Universidade Estadual de Campinas paralisam as atividades nesta quinta-feira para exigir transparência nas contas e cobrar o fim dos supersalários e das duplas matrículas que ultrapassam o teto estadual. Na última semana, a lista com os nomes e os vencimentos dos funcionários da Unicamp foi divulgada pela Justiça, que já havia suspendido no […]

Servidores técnico-administrativos da Universidade Estadual de Campinas paralisam as atividades nesta quinta-feira para exigir transparência nas contas e cobrar o fim dos supersalários e das duplas matrículas que ultrapassam o teto estadual. Na última semana, a lista com os nomes e os vencimentos dos funcionários da Unicamp foi divulgada pela Justiça, que já havia suspendido no início do mês uma liminar que garantia os pagamentos integrais, mesmo acima do teto.

Segundo o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, João Raimundo dos Santos, a manifestação marca a posição da entidade de que os pagamentos sejam suspensos. A categoria reivindica que o dinheiro gasto com vencimentos que superam o limite legal seja revertido em investimentos para a isonomia dos pisos salariais com a USP e a UNESP. João Raimundo alega que os salários eram iguais antes de 2011 e que o princípio de que trabalhadores que realizam as mesmas atividades devem receber os mesmos salários foi quebrado.

Ele cobra a apresentação de uma proposta prometida pelo reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge. O movimento já causa mobilização em frente ao prédio da reitoria. O carro de som está no local e uma espécie de varal foi afixado com os nomes de funcionários e os respectivos salários – há exemplos de valores acima de 30, 40 e 65 mil reais, que superam o teto atual de 21.600, subsídio do governador.

Para o meio-dia está marcada uma assembleia na Praça da Paz para decidir se a categoria entra definitivamente em greve ou se aguarda uma reunião prevista com a reitoria para o final deste mês.

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