2016 e na 2° Seccional de Campinas as promessas continuam praticamente as mesma. A novidade é que atrásra, a Secretaria de Segurança Pública do Estado diz que há obras em andamento no prédio alugado que são custeadas pelo proprietário do imóvel. Até então, não se podia fazer muita coisa, até por se tratar de imóvel locado. A SSP afirma que o que está sendo feito neste momento visa sim, futuras instalações da Delegacia de Defesa da Mulher. No início do ano passado, a DDM seria uma prioridade para 2015. Virou o ano e nada.
O que continua igual é a espera por um espaço cedido pela prefeitura para que haja solução definitiva – tendo o espaço próprio. Por mês, com prédio alugado, gasta-se cerca de R$ 60 mil.
O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Campinas, Aparecido Lima de Carvalho, critica a forma como a 2° Seccional foi feita – ele fala em correria e questões políticas. Aparecido acrescenta o problema de falta de profissionais – o déficit , segundo o Sinpol, é de 85 funcionários.
Sobre a falta de funcionários, a Secretaria de Segurança Pública disse por nota que estão em andamento concursos públicos com 2301 vagas no estado, entre delegados, escrivães e investigadores. Sobre Campinas, diz que a região recebeu desde 2011, 228 policiais civis.
O prédio da 2° seccional de Campinas já foi alvo do Ministério Público, que apontou “subutilização” do espaço. A prefeitura de Campinas diz que estuda espaços para um prédio definitivo da delegacia, mas não tem nada definido. O contrato de aluguel com imóvel atual vence em setembro. Por enquanto, a situação de renovação é indefinida.
016 e na 2° Seccional de Campinas as promessas continuam praticamente as mesma. A novidade é que atrásra, a Secretaria de Segurança Pública do Estado diz que há obras em andamento no prédio alugado que são custeadas pelo proprietário do imóvel. Até então, não se podia fazer muita coisa, até por se tratar de imóvel locado. […]