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Peritos do INSS voltam, mas trabalhadores reclamam do atendimento

Os peritos do INSS voltaram a atender os trabalhadores nesta segunda-feira após mais de quatro meses de paralisação no País. Apesar disso, permanecem em estado de greve enquanto negociam com

Peritos do INSS voltam, mas trabalhadores reclamam do atendimento
Os peritos do INSS voltaram a atender os trabalhadores nesta segunda-feira após mais de quatro meses de paralisação no País. Apesar disso, permanecem em estado de greve enquanto negociam com o Governo Federal e priorizam quem está sem receber o auxílio-doença. Com isso, muitas pessoas em Campinas reclamaram. O auditor de qualidade, Marco Antônio Alfredo, está sem […]

Os peritos do INSS voltaram a atender os trabalhadores nesta segunda-feira após mais de quatro meses de paralisação no País. Apesar disso, permanecem em estado de greve enquanto negociam com o Governo Federal e priorizam quem está sem receber o auxílio-doença. Com isso, muitas pessoas em Campinas reclamaram.

O auditor de qualidade, Marco Antônio Alfredo, está sem salário desde novembro e chegou a ser recebido pelo médico na unidade da Rua Regente Feijó, no centro da cidade, mas não foi atendido e teve que voltar para casa. Ele precisa da perícia para voltar a trabalhar após a licença, mesma situação da maioria das pessoas na sala de espera.

Uma monitora de câmeras de segurança, que se recuperou de uma crise de pânico, se disse indignada com a burocracia na unidade. Ela conta que se dirigiu ao outro ponto de atendimento no centro, na Rua Barreto Leme, para buscar um relatório e ouviu que não seria atendida. Além de garantir o retorno ao trabalho e permitir o direito ao auxílio-doença, o exame também permite a aposentadoria especial por invalidez.

Com a paralisação, 2,1 milhões perícias deixaram de ser feitas em todo o Brasil, segundo a Associação Nacional dos Médicos Peritos. Já de acordo com o INSS, o número chegou a 1,3 milhão  perícias desde 4 de setembro do ano passado, quando a paralisação começou. A Previdência Social ainda afirmou que a regra de priorização do atendimento está nos normativos e é definida pelo próprio Instituto.

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