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Escola em Campinas volta às aulas tomada pelo mato alto

As aulas voltaram acompanhadas da preocupação na Escola Estadual Professor Milton de Tolosa, no Jardim Leonor, em Campinas. O local está cercado por mato alto, problema que também se repete

Escola em Campinas volta às aulas tomada pelo mato alto
Mato pode ser visto dentro e fora da escola.

As aulas voltaram acompanhadas da preocupação na Escola Estadual Professor Milton de Tolosa, no Jardim Leonor, em Campinas. O local está cercado por mato alto, problema que também se repete na parte interna. Emerson de Jesus caminhava pela rua Iguapé, de onde é possível ver o mato por cima do muro.

Ele critica a situação, já que foi obrigado a desviar de um trecho da calçada devido ao mato que dominava o espaço. A principal preocupação é com a incidência do mosquito aedes aegypti e os possíveis focos de dengue, chikungunya e zika vírus, doenças que assustam quem mora ao lado da escola, como Renata Carolina Dupret.

Ela conta que mora no bairro há seis anos e está acostumada com o problema, que só é amenizado justamente com a volta às aulas, quando a manutenção é feita para os alunos. Dessa vez, no entanto, houve atraso.  Para piorar, a escola fica ao lado de uma Praça Municipal de Esportes, área aberta que também tem mato alto em diversos pontos. Consultada, a Prefeitura não enviou resposta até o fechamento desta reportagem.

Já a Pasta Estadual enviou nota através da Diretoria Regional de Ensino dizendo que “a poda do mato na Escola Estadual Milton é realizada periodicamente e um novo corte está programado para esta semana”. Ainda de acordo com o comunicado, “as escolas estaduais também recebem orientações para o combate ao mosquito e a Pasta realiza ações articuladas com a Superintendências de Controle de Endemias”.

Por outro lado, a Escola Estadual Doutor Newton Opperman, no Jardim Florence, teve a situação amenizada depois que o mato alto tomou conta de alguns terrenos ao redor do prédio no final do mês de janeiro. Na Nave-Mãe do Jardim Fernanda, isso também aconteceu. No local, a preocupação com possíveis criadouros é grande, mas os moradores relatam que o mato é cortado regularmente.

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