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Apesar de números ainda desiguais, mulheres avançam cada vez mais no mercado de trabalho

Se você tiver algum problema com seu veículo nas rodovias Anhanguera ou Bandeirantes e precisar de ajuda, com certeza vai no mínimo se surpreender quando o guincho chegar. É que

Apesar de números ainda desiguais, mulheres avançam cada vez mais no mercado de trabalho
Se você tiver algum problema com seu veículo nas rodovias Anhanguera ou Bandeirantes e precisar de ajuda, com certeza vai no mínimo se surpreender quando o guincho chegar. É que o seu atendimento pode ser feito por uma mulher. Isso mesmo! Ana Paula Souza é Agente de Atendimento e Monitoramento da Autoban, e a função […]

Se você tiver algum problema com seu veículo nas rodovias Anhanguera ou Bandeirantes e precisar de ajuda, com certeza vai no mínimo se surpreender quando o guincho chegar. É que o seu atendimento pode ser feito por uma mulher. Isso mesmo! Ana Paula Souza é Agente de Atendimento e Monitoramento da Autoban, e a função dela é exatamente essa. Ana afirma que muitos se assustam a princípio, mas veem com bons olhos o atendimento.

Ana Paula é um exemplo da mulher moderna, aquela que assume as mesmas e as vezes até mais responsabilidades que o homem nas empresas. Mulheres que desenvolvem com muita competência cargos operacionais ou de chefia. E pra ela, desde que haja competência, qualquer função pode ser exercida por homens e mulheres.

Na CCR Autoban 52% do quadro de funcionários é composto por mulheres, em todas as funções e níveis. Neucélia Cervalhos é coordenadora do 0800 e do Centro de Controle Operacional. Ela acredita que o perfil de enfrentar várias responsabilidades contribuiu para o crescimento da mulher nas empresas.

Um outro exemplo de cargo de liderança é Marta Calha, Gestora de Comunicação e Ouvidoria e que não tem dúvidas ao dizer que o importante é a capacidade e formação de cada profissional, não importando se homem ou mulher, e cita Ana Paula, a personagem do início da reportagem.

Embora algumas empresas tenham esse perfil, os números gerais ainda estão longe do ideal. Segundo apontou no ano passado o IBGE, entre 2009 e 2013 a presença feminina no mercado de trabalho avançou pouco, passando de 41,9% para 43%, embora sejam maioria da população no país. E se analisadas apenas as entidades empresarias os números são ainda mais desiguais, com 37,7% dos postos ocupados por mulheres, contra 62,3% ocupados pelos homens.

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