Até o dia 22 de maio, a organização humanitária internacional Médico Sem Fronteiras realiza uma série de atividades em Campinas. A cidade foi escolhida como a primeira a receber o projeto “Conexões” que tem como objetivo aproximar e sensibilizar a população.
Campinas foi escolhida porque é destaque no quesito dos profissionais, doadores e como polo na área da educação, como explica Alessandra Vilas Bias, que é diretora de comunicação da MSF. Acontecem exposições, exibição de documentários, permitindo a proximidade com profissionais da Médicos Sem Fronteiras. A programação completa está no site www.msf.org.br.
Além das atividades, na cidade também ocorre uma primeira etapa de recrutamento. Ana Cecília Moares que é presidente do Conselho Administrativo da MSF Brasil reforça que há necessidade de formação profissional, mas principalmente da vontade pessoal de ajudar. Hoje, são cerca de 30 mil pessoas que trabalham na MSF, em todo o mundo.
Geralmente, os profissionais são contratados nos países em que existem problemas. Atualmente, a MSF não tem projetos no Brasil de ajuda humanitária, mas mesmo assim há o recrutamento para o auxílio em diversas áreas além da saúde, como parte administrativa, de comunicação e de logística.
A organização se sustenta principalmente por doações de pessoas físicas. No mundo, são cerca de 5,7 milhões de doares. 300 mil deles estão no Brasil.
A Médicos Sem Fronteiras foi criada 1971 na França por médicos e Jornalista. Chegou no Brasil em 1991