CBN Ribeirão 99,1 FM
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe

Homem morre após ser arrastado por enxurrada em Americana

Um homem morreu durante as fortes chuvas que atingiram a região de Campinas entre a tarde e a noite desta quarta-feira. A vítima é de Americana e foi arrastada pela

Homem morre após ser arrastado por enxurrada em Americana
Foto: Leandro Las Casas

Um homem morreu durante as fortes chuvas que atingiram a região de Campinas entre a tarde e a noite desta quarta-feira. A vítima é de Americana e foi arrastada pela água enquanto tentava salvar o pai, que estava preso debaixo do próprio carro.

O caso aconteceu pouco depois das seis da tarde desta quarta, na rua Catarina Menegazzo Zanaga, no bairro Jardim Lizandra. O idoso foi socorrido com hipotermia e ferimentos na perna, mas foi liberado. Abatido, conta que tudo aconteceu rapidamente.

Ele estava na rua tentando evitar que o veículo fosse arrastado, mas caiu com a força da enxurrada e ficou com a perna presa. O filho, Djalma Rodrigues, tentou ajudar o pai com a ajuda de vizinhos, mas também acabou preso debaixo do automóvel.

Os vizinhos conseguiram remover o homem. Ele recebeu os primeiros socorros, foi levado ao hospital, mas não resistiu.  A rua é íngreme e os moradores dizem que um dos lados se tornou uma espécie de canal. A intensidade da chuva surpreendeu.

A via não tem saída, mas conta com duas bocas de lobo. Mesmo assim, o volume de água aumentou em poucos minutos. Além do bairro, outras regiões também foram afetadas pelo temporal. Chegou a chover granizo no bairro de Rafael Recupi.

Na Avenida Brasil, pedras das calçadas se soltaram e tomaram a pista. Também havia muita lama, lixo e outros materiais. Segundo a Defesa Civil de Americana, choveu em uma hora o dobro do esperado para todo o mês de junho: 40 milímetros.

Para o coordenador da Defesa Civil Regional, Sidnei Furtado, a força da chuva não é muito comum nessa época do ano. Ele diz que em meio ao período de estiagem, é difícil se preparar para situações deste tipo, seja em área de risco ou não.

No Hospital Municipal Waldemar Tebaldi, a chuva fez com que salas fossem inundadas. O atendimento, porém, não foi suspenso.

Compartilhe

Conteúdos